10.6.09

responsabilidade e culpa



(pintura de stuart semple, "under neon loneliness", 2007)


"Desde a nossa mais tenra idade fomos ensinados a não ser responsáveis. Em vez disso, aprendemos o culto do julgamento, da expectativa e da culpa, baseados em valores que nos são ensinados. Estes valores baseiam-se em morais colectivas, religiões, leis, dogmas e medos. Quem educa uma criança tende, sobretudo, a projectar os seus medos e inseguranças tentando criar o ser que nunca conseguiu ser. No que se sente seguro, não faz pressão deixando a criança descobrir por si. Os factores limitadores do educando correspondem às limitações do educador e não às suas próprias limitações" (1)

ishi

(1)ISHI - Karma e Reencarnação. Carcavelos: Angelorum, 2003. ISBN 972-8680-73-2. pg. 17.

6 comentários:

Luis Eme disse...

é um bocado assim, ninguém é perfeito.

olhamos quase sempre o mundo à nossa imagem, Jorge...

FABIANA BORGIA disse...

Oi, caro amigo do Velho Mundo. Acredito que o educar consiste em dar a criança as ferramentas para que ela descubra seu próprio caminho. Como? Primeiro, alimentando sua autoestima. Segundo, não estendendo a ela nossas frustrações. Terceiro, deixando-a sonhar livremente. Beijos.

Cássio Amaral disse...

tem uma coisa que o filósofo henry bergson fala que é a criança é como uma página em branco. é necessário deixa-la aprender e não dar a ela a barreira menta. ele fala muito disso da barreira mental que cria os traumas.

mano, muito boas as suas indicações aqui. a fotografia abaixo e o fotógrafo.

te indico outro fotógrafo, filipe arruda:

http://br.olhares.com/Michu

um grade abração de luz.

e quando puder apareça no brasil pra eu te conhecer.

seu amigo e irmão.

Cássio Amaral.

jorge vicente disse...

e criamos deus (os deuses) também à nossa imagem.

grande abraço
jorge

jorge vicente disse...

e aí, minha amiga do Novo Mundo, ela se torna mais ela, mais cresce, mais se auto-educa, mais evolui.

um grande abraço
jorge

jorge vicente disse...

a barreira mental, amigo, que tanto nos enclausura ao ego...

um grande abraço, amigão!!!
jorge