15.9.09

a noite abrir-nos-á




(fotografia de larry clark, "untitled [tl46]", 1972)


22.

se não permanecer no
meu centro, toda a
sombra chamará
do meu sexo

a palavra (voz) do
réptil.

jorge vicente

8 comentários:

daufen bach. disse...

Olá meu caro amigo!
aqui conhecendo teus blogs. realmente encantado. este em particular é primoroso. POesia de alta qualidade.

Parabéns a ti.

abraço.

daufen bach.

AnaMar (pseudónimo) disse...

A sombra que o Sol a pique não deixa que fuja, quando estamos centrados em nós (muito apertados, quase (nós)cegos).

Gostei...
Bj

Luísa Ataíde disse...

Jorge
Atrevo-me a fazer um entendimento psicológico da palavra réptil no texto: O movimento do animal é rente ao solo, às vezes lento, às vezes elétrico.

Flávio Otávio Ferreira disse...

Belas palavras...bela imagem!

Abraços!!!
Flávio Offer


p.s. vi teu comentário lá no blog. Se quiser um livro dou um jeito de lhe enviar. Quanto a PayPal, ainda nao tenho...mas vou ver como funciona isso!

jorge vicente disse...

obrigado, meu bom amigo!

grande abraço de portugal!
jorge

jorge vicente disse...

obrigado, amiga :)

muitos beijinhos!
jorge

jorge vicente disse...

exactamente, cara luísa!!! :)

muitos beijinhos
jorge

jorge vicente disse...

flávio, grande abraço!

jorge